O projeto “Fazendo com as próprias mãos” nasce de uma reflexão sobre um dos grandes desafios contemporâneos:
Como preservar e potencializar as capacidades humanas em uma sociedade cada vez mais mediada pela Inteligência Artificial e pelas tecnologias digitais?
A proposta parte de uma perspectiva neuropsicopedagógica segundo a qual inclusão não significa apenas garantir que uma pessoa com deficiência esteja presente em determinado espaço, mas criar condições para que ela possa participar, aprender, comunicar-se, escolher, criar, produzir, conviver e exercer sua autonomia.
Nesse contexto, a tecnologia deve ser compreendida como recurso de acessibilidade e ampliação de possibilidades, e não como substituta da experiência humana.
O projeto “Fazendo com as próprias mãos” propõe uma terceira via:
nem rejeitar a tecnologia, nem entregar a ela todas as capacidades humanas.
